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Joseph Barnabas



José Barnabé, apóstolo e primo do evangelista João Marcos


Leitura principal: Atos 11:21-26; 13:1-3


«José, a quem os apóstolos deram o nome Barnabé (que significa “Filho do encorajamento”), era da tribo de Levi e tinha nascido na ilha de Chipre. Ele vendeu um campo que possuía, e entregou o dinheiro aos apóstolos.». (Atos 4:32-37).

Fontes antigas nos referem que Barnabé, chamado apóstolo pelos próprios Atos (embora não pertencesse aos Doze), teria sido um dos setenta discípulos de que fala o Evangelho (Lucas 10:1-24). De qualquer modo, é figura de primeira grandeza na fervorosa comunidade cristã, que floresceu em Jerusalém após o dia de Pentecostes. Barnabé era muito considerado entre os Apóstolos, que o escolheram para a evangelização de Antioquia.

É o homem das felizes intuições. Em Antioquia percebeu que aquele era terreno preparado para receber a Palavra de DEUS. Foi a Jerusalém relatar isso, e pedir para levar consigo o recém-convertido Saulo. Começou assim a extraordinária dupla. Após um ano de trabalho, haviam operado tantas conversões de «fazer manchetes de jornais», como se diria hoje. «Pela primeira vez — lê-se nos Atos — os discípulos foram chamados cristãos em Antioquia» (Atos 11:26).

Saulo (que desde então preferia ser chamado com o nome romano de Paulo) e Barnabé, contentes por terem aberto o caminho para o anúncio do Evangelho entre os pagãos, partiram para outras incumbências. Primeira etapa: Chipre, província de nascimento de Barnabé (que havia levado consigo o jovem primo João Marcos, o futuro evangelista). Mais tarde, no começo da segunda e mais arriscada viagem missionária, Paulo julgou oportuno separar-se do próprio Barnabé, que ficou em Chipre.

Paulo e Barnabé: duas personalidades diferentes que se completavam reciprocamente.

Em Listra, na Licaônia (província romana da Galácia), ao término da primeira viagem missionária, durante o sermão, Paulo notara a presença de um pobre paralítico. «Levanta-te e anda», lhe dissera, operando o prodígio. «À vista do que Paulo acabava de fazer, a multidão exclamou em língua licaônica: “Deuses em forma humana vieram a nós”. A Barnabé chamavam Júpiter (Zeus) e, a Paulo, Mercúrio (Hermes), porque era ele que falava». (Atos 14:8-12)

A Barnabé foi atribuída (minoritariamente) a paternidade da carta paulina aos Hebreus, e de outro escrito falsificado medieval denominado «Evangelho de Barnabé». Não temos notícias dele depois da separação de Paulo. Escritos apócrifos falam de uma viagem sua a Roma, e do seu martírio acontecido mais ou menos pelo ano 70 d.C., em Salamina (província romana do Chipre), pelas mãos dos judeus da diáspora, que o teriam apedrejado.

Memória simbólica: 11 de Junho

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Sete motivos para jejuar
O jejum é a prática de não se alimentar durante determinado tempo (1 Reis 21:9). É voluntário, exige pureza de vida (Isaías 58:3-7), e exclui a exibição (Mateus 6:16-18). Em duas passagens bíblicas relata-se que a liderança da Igreja, seguindo o costume hebraico, orou com jejum (Atos 13:2-3; 14:23).

A prática do jejum não é obrigatória (exceto em Yom Kippur), mas é uma recomendação bíblica, porque as Escrituras trazem consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

Por isso, eis 7 motivos para jejuar:

1.- Crescer em intimidade com JESUS.
2.- Adquirir sabedoria e direção.
3.- Receber proteção.
4.- Experimentar o poder de DEUS.
5.- Esperar o cumprimento das promessas de DEUS em nossas cidades e nações.
6.- Deter uma crise individual, familiar ou nacional.
7.- Receber revelação profética do final dos tempos.

Kenneth Hagin afirmou o seguinte: «O jejum não muda a DEUS. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai l…