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John Mark, the evangelist and cousin of Barnabas



João Marcos, o evangelista e sobrinho de Barnabé


Memória simbólica: 25 de Abril

Leitura principal: Marcos 15:40-41; 16:1-7.


João Marcos foi discípulo de Pedro e, durante algum tempo, acompanhou o apóstolo Paulo. Escreveu o segundo Evangelho, e pregou em Alexandria, no Egito.

Nos livros do Novo Testamento, Marcos é lembrado dez vezes, com o nome hebraico de João, com o nome romano de Marcos, ou com o duplo nome de João Marcos. Para alguns estudiosos existem dois ou mesmo três Marcos, mas esse pluralismo de nomes se refere apenas a um só Marcos, filho daquela Maria em cuja casa reuniam-se os primeiros cristãos de Jerusalém, e onde foi se refugiar o próprio Pedro após a libertação prodigiosa do cárcere.

Marcos (hebreu de origem, da tribo de Levi) era filho de Maria de Jerusalém (já citada anteriormente) nascido provavelmente fora de Israel, de família abastada. Pedro, que o chama de «meu filho», o teve certamente consigo em suas viagens a Roma, onde Marcos escreveu o Evangelho que leva seu nome. A antigüidade cristã, a começar por Papias, chama-o de «intérprete de Pedro», por causa da seguinte declaração: «Marcos, intérprete de Pedro, escreveu exatamente tudo aquilo de que se lembrava. Escreveu, porém, o que o Senhor JESUS disse ou fez, e não segundo uma ordem. Marcos não ouviu diretamente o Senhor JESUS, nem O acompanhou; ele ouviu Pedro, que dispunha seus ensinamentos conforme as necessidades».

Além da familiaridade com Pedro, o evangelista Marcos pôde regozijar-se de longa convivência com o apóstolo Paulo, com quem se encontrou pela primeira vez em 44 d.C., quando Paulo e Barnabé levaram a Jerusalém a generosa coleta da comunidade de Antioquia. De volta, Barnabé levou consigo o jovem sobrinho Marcos. Após a evangelização de Chipre, quando Paulo planejou uma viagem mais trabalhosa e arriscada ao coração da Ásia Menor, entre as populações pagãs do Tauro, Marcos (conforme lemos nos Atos dos Apóstolos) «se separou de Paulo e Barnabé, e voltou a Jerusalém» (Atos 15:36-41) Depois Marcos voltou ao lado de Paulo quando este estava prisioneiro em Roma.

Em 66 d.C. Paulo nos dá a última informação sobre Marcos, escrevendo da prisão romana a Timóteo: «Traz Marcos contigo. Posso necessitar de seus serviços» (2 Timóteo 4:11). Os dados cronológicos da vida de Marcos permanecem duvidosos. Ele morreu provavelmente em 68 d.C. de morte natural, segundo uma tradição; e conforme outra tradição, foi mártir em Alexandria. As Atas de Marcos, escrito da metade do século IV d.C., referem que Marcos, no dia 24 de abril, foi arrastado pelos pagãos pelas ruas de Alexandria, amarrado com cordas ao pescoço. Jogado ao cárcere, no dia seguinte, sofreu o mesmo tormento atroz e sucumbiu. A venda do seu corpo por dois comerciantes e mercadores de Veneza em 828, não passa de lenda. Porém, é graças a ela que, de 976 a 1071, foi construída uma basílica veneziana.

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Mary of Clopas

Maria de Cleofas (ou Clopas)
Memória simbólica: 09 de Abril (ou 24 de Abril, juntamente com Salomé, mãe dos apóstolos Tiago Maior e João Evangelista, filhos de Zebedeu).

Leitura principal: Marcos 15:40-41; 16:1-7.

Era a esposa de Cleofas/Clopas (Alfeu), e mãe de Tiago Menor e de José. (Mt 27:56, 27:61; João 19:25) A tradição, embora sem nenhum apoio bíblico, diz que Clopas e José, pai adotivo de Jesus, eram irmãos. Se isto for verdade, então esta Maria era cunhada de Maria (mãe de JESUS), e os filhos, primos de JESUS.

Maria de Cleofas não somente estava entre as mulheres que tinham acompanhado JESUS desde a Galileia para ministrar-Lhe, mas também presenciou ser ele crucificado (Mateus 27:55; Marcos 15:40-41). Junto com Maria Madalena, Maria de Cleofas permaneceu algum tempo perto do túmulo dele naquela dolorosa tarde (Mateus 27:61). No terceiro dia, as duas e mais outras, foram ao túmulo com aromas e óleo perfumado para untar o corpo de JESUS, mas para seu espanto, encontraram o túmul…