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Let's confess our sins


1 João 1:9


(Versão Fácil de Ler)

Se confessarmos nossos pecados, DEUS nos perdoará e nos purificará de toda injustiça, pois Ele é fiel e justo.


Palavras do apóstolo João, filho de Zebedeu, redigidas desde Éfeso (capital da província romana da Ásia) entre 85-90 d.C., dirigidas aos cristãos ao redor do mundo e de todas as eras.


Comentários:

Para que possamos andar diariamente em comunhão com DEUS e com nossos irmãos, devemos confessar nossos pecados: de comissão, omissão, pensamento, ato, secretos e públicos. Temos que arrastá-los a campo aberto diante de DEUS, chamá-los pelos seus nomes, colocar-nos do lado de DEUS contra eles, e abandoná-los. Sim, a verdadeira confissão envolve o abandono dos pecados: «Quem esconde seus pecados, nunca terá sucesso; mas quem os confessa e os abandona, será perdoado» (Provérbios 28:13).

Quando agimos assim, podemos confiar na promessa de que DEUS é fiel e justo para nos perdoar. Ele é fiel no sentido de que prometeu perdoar, e cumprirá Sua promessa. Ele é justo para perdoar porque encontrou uma base justa para o perdão no trabalho substitutivo do Senhor JESUS na cruz. E ele não apenas garante perdão, mas também nos purifica de toda iniqüidade.

O perdão ao qual João se refere aqui é o paterno, e não o judicial. O perdão judicial refere-se ao perdão da penalidade dos pecados, que o crente recebe quando crê no Senhor JESUS ​​CRISTO. É chamado de perdão judicial porque é concedido por DEUS atuando como Juiz. Mas, ¿e os pecados cometidos após a conversão? Quanto à penalidade, o preço já foi pago pelo Senhor JESUS na cruz do Calvário. Mas no que diz respeito à comunhão na família de DEUS, o santo que pecou precisa de perdão paternal, isto é, o perdão de seu Pai. E ele consegue confessando seu pecado. Precisamos de perdão judicial apenas uma vez; Isso resolve a questão da penalidade de todos os nossos pecados: o passado, presente e futuro. Mas precisamos do perdão paternal durante toda a nossa vida cristã.

Quando confessamos nossos pecados, devemos crer, pela autoridade da Palavra de DEUS, que Ele nos perdoa. E se Ele nos perdoar, devemos estar dispostos a nos perdoar.