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Sustaining Leaders


Gálatas 6:6


(Nova Bíblia Viva)

Aqueles que aprendem a Palavra de DEUS, devem repartir todas as suas coisas boas com seus instrutores.

Palavras do apóstolo Paulo de Tarso, escritas entre 50-60 d.C., dirigidas aos cristãos da província romana da Galácia.


Comentários:

Paulo aplica os mesmos princípios de semear e colher, ao sustento dos mestres cristãos (Gálatas 6:6), ao comportamento moral (Gálatas 6:8), e ao serviço cristão (Gálatas 6:9-10). Agora, chegado o fim da carta, Paulo dá várias dicas sobre a prática da caridade, uma virtude que exaltou tanto anteriormente (Gálatas 5:6; 5:14; 5:22-23), e que agora chama expressamente de «Lei de CRISTO» (Gálatas 6:2; cf. João 13:34-35).

Reduzindo as coisas a um simples esquema, poderíamos resumir assim suas lições:

• Corrijamos os outros em espírito de mansidão, ajudando-nos mutuamente a suportar nossas misérias e dificuldades (Gálatas 6:1-2).
• Não nos julguemos em comparação com os outros, mas pelo exame direto de nós mesmos (Gálatas 6:3; Gálatas 6:5).
• Aquele que receber instrução na fé, comparecerá para apoiar seu mestre filial e convenientemente, para que ele possa ser livre para o apostolado (Gálatas 6:6; cf. Romanos 15:27; 1 Coríntios 9:11; Filipenses 4:10).
• E que o que semearmos, isso colheremos, pois de DEUS ninguém zomba, pois Ele dará a cada um de acordo com suas obras (Gálatas 6:7-10).

Falando especificamente do versículo 6, os crentes são responsáveis pelo sustento de seus mestres cristãos. «Reparta de todos os seus bens» significa compartilhar com eles as coisas materiais da vida, e também sustentá-los com a oração e um interesse piedoso. Paulo insiste em que cumpramos nossa responsabilidade de atender às necessidades materiais daqueles que nos ensinam (1 Coríntios 9:7-12). É fácil receber o benefício de um bom ensino bíblico e admirar nossos líderes espirituais, negligenciando suas necessidades financeiras e físicas. Devemos cuidar deles, não com tristeza ou aborrecimento, mas com um espírito generoso, como um sinal de honra e apreço por seus serviços (1 Timóteo 5:17-18).

Embora seja possível que Paulo tenha em mente algo mais do que dinheiro («todos os seus bens»), o verbo compartir (em grego: koinoneo) é usado em outro lugar por Paulo para discutir as contribuições materiais (cf. Romanos 12:13; 15:27; Filipenses 4:15. O substantivo é usado de maneira semelhante em Romanos 15:26; 2 Coríntios 8:1-4; 9:13).

Ser mesquinos na hora de dar, seja na área econômica ou em qualquer outra, é como tirar sarro de DEUS. Mas, na realidade, DEUS não se deixa escarnecer (Gálatas 6:7). E se dedicarmos nossos recursos em semear para a carne (ou seja, satisfazer nossa natureza pecaminosa, em vez de satisfazer o ESPÍRITO SANTO), vamos receber o que merecemos (Gálatas 6:8; cf. 2 Coríntios 9:6).

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Seven reasons to fast

Sete motivos para jejuar
O jejum é a prática de não se alimentar durante determinado tempo (1 Reis 21:9). É voluntário, exige pureza de vida (Isaías 58:3-7), e exclui a exibição (Mateus 6:16-18). Em duas passagens bíblicas relata-se que a liderança da Igreja, seguindo o costume hebraico, orou com jejum (Atos 13:2-3; 14:23).

A prática do jejum não é obrigatória (exceto em Yom Kippur), mas é uma recomendação bíblica, porque as Escrituras trazem consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

Por isso, eis 7 motivos para jejuar:

1.- Crescer em intimidade com JESUS.
2.- Adquirir sabedoria e direção.
3.- Receber proteção.
4.- Experimentar o poder de DEUS.
5.- Esperar o cumprimento das promessas de DEUS em nossas cidades e nações.
6.- Deter uma crise individual, familiar ou nacional.
7.- Receber revelação profética do final dos tempos.

Kenneth Hagin afirmou o seguinte: «O jejum não muda a DEUS. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai l…