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Conversion of Paul, the Apostle


Conversão de Paulo, o Apóstolo


Memória simbólica: 25 de Janeiro.


Leitura principal: Atos 22:1-16.
Outras leituras: Atos 9:1-19a; 26:12-18.

A festa litúrgica da conversão de Paulo de Tarso, apareceu no século VI e é própria da Igreja latina. O martírio do Apóstolo dos gentios é comemorado na data simbólica de 29 de junho. A celebração (também com data simbólica) do dia 25 de janeiro, tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: «Eu trabalhei mais que todos os apóstolos…» (1 Coríntios 15:10), mas também: «Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser chamado apóstolo» (1 Coríntios 15:9).

Apresenta, ele mesmo, as credenciais: viu o Senhor JESUS CRISTO, que ressuscitado lhe apareceu; Paulo também é testemunha da Ressurreição de CRISTO, e foi enviado diretamente por CRISTO. É como um dos Doze. Pertence a JESUS desde aquela hora em que, no caminho de Damasco, vencido por CRISTO e prostrado em terra, perguntou-lhe: «Senhor, ¿quê queres que eu faça?» (Atos 9:6; 22:6) Paulo, então, se converteu ao Cristianismo, tornando-se um missionário zeloso e incansável, pregando e propagando a fé que desejava exterminar. Em poucos segundos de contato direto, JESUS o transformou de ferrenho perseguidor, para o maior Apóstolo do Seu Evangelho em todos os tempos.

A Escritura nos conta que Saulo (nome de batismo) foi surpreendido por JESUS, que, em forma de luz, fez o jovem mudar completamente de vida (Atos 9:1-9; 22:6-11; 26:12-18). O jovem foi batizado por Ananias, um cristão de Damasco (Atos 9:10-19a; 22:12-16). Desta cidade saiu para pregar a Palavra de DEUS, tornando-se um grande apóstolo. Passou a viajar pelo mundo, evangelizando, tendo convertido centenas de pessoas. Perseguido, foi preso várias vezes e sofreu muito.

Essa experiência de CRISTO às portas de Damasco, que ele compara com a experiência dos Doze na Páscoa, e com o fulgor da primeira luz da criação, será o estribilho da sua pregação oral e escrita. Nas suas 14 epístolas que escreveu, percebemos o efeito da Graça do caminho de Damasco, impossível de entender como alucinação ou simples fato psicológico. Aí está o dedo de DEUS, o milagre.

Paulo tirou da sua experiência esta consoladora conclusão: «JESUS veio a este mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Precisamente por isso encontrei misericórdia. Em mim especialmente JESUS CRISTO quis mostrar toda a sua longanimidade, para que eu sirva de exemplo a todos os que pela fé n’Ele alcançarão a Vida Eterna» (1 Timóteo 1:15-16). «Conheço um homem em CRISTO que foi arrebatado até ao terceiro céu. Se no corpo ou fora do corpo, não sei. DEUS o sabe. Só sei que esse homem ouviu palavras inefáveis…». (2 Coríntios 12:2-4).

Paul, the Apostle.

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Shavuot (Pentecost)

Pentecostes é o nome grego para um festival bíblico conhecido em língua hebraica como Shavuot: a Festa das Semanas (Levítico 23:15; Deuteronômio 16:9). A palavra grega significa «cinqüenta», e refere-se às cinco dezenas de dias que transcorrem desde a oferta movida da Páscoa (Levítico 23:4-22). A Festa das Semanas (Shavuot) celebra o fim da colheita de grãos.

Esta celebração é a segunda das três grandes festas anuais do Pentateuco (Torá). As outras são a Páscoa/Festa dos Pães sem Fermento, e Sucot/Festa dos Tabernáculos (Êxodo 23:14-16; Levítico 23:15-21; Números 28:26-31; Deuteronômio 16:9-12).

Etimologia
A Festa das Semanas (Shavuot) adquiriu o nome de Pentecostes, por causa de que se comemorava no dia qüinquagésimo a partir da jornada em que era movido o molho (feixe) da oferta (Levítico 23:15).

Em hebraico, o nome desta festa é Shavuot. Este vocábulo é plural de Shavua, que em hebraico significa «semana». Portanto, Shavuot significa «semanas».

Em grego, o nome desta festa é Pentec…