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JESUS was born during the Feast of Tabernacles


  JESUS nasceu na época de Sucot (Festa dos Tabernáculos), e não em 25 de dezembro. Seu nascimento pode ser calculado assim:

Zacarias exercia seu sacerdócio em aprox. julho (Lucas 1:5-8) por ser do turno de Abias, o oitavo do ano eclesiástico que começava em março aprox. (1 Crônicas 24:10). Foi o mês da concepção de João Batista (Lucas 1:23-24), que nasceu em aprox. abril do ano seguinte. JESUS nasceu seis meses mais tarde (Lucas 1:26), portanto, em pleno Sucot (Festa dos Tabernáculos).

Assim, Sucot é a celebração de quando o SENHOR DEUS disse que habitaria em uma tenda no meio do povo (o que já era um pré-anúncio da vinda do MESSIAS, que nasceria durante as Festa dos Tabernáculos, e assim se fez habitação no meio dos homens).

A seguir, a tradução de Lucas 2:7 conforme o texto Aramaico Siríaco (Peshitta).

«E ela deu à luz seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa באוריא (sucá/cabana/tenda/manjedoura), porque não havia quarto para eles na hospedaria».

¿Por quê JESUS nasceu durante a Festa dos Tabernáculos? ¡Porque era um acontecimento profético! (Ver Zacarias 14:9 e 14:16-19).

Em João 1:14, o apóstolo nos descreveu a primeira vinda de JESUS («O Verbo se fez carne e habitou entre nós...»), vemos, pela palavra usada («habitou»), que a imagem que ele percebeu foi a de tabernáculos, com DEUS habitando no meio de Seu povo.

Há, inclusive, controvérsias sobre a data correta do nascimento de JESUS em Belém. Muitos cristãos, pela falta de uma clara informação bíblica a este respeito, se recusam a definir uma data. A Igreja Ocidental, desde o quarto século da era cristã, adota 25 de dezembro como a data deste Divino evento. A maioria dos historiadores, entretanto, acredita que isto tratou-se de uma concessão feita aos pagãos do Império Romano. Freqüentemente a igreja primitiva adotou como cristãs diversas festividades pagãs, como uma estratégia para obter novas conversões. 25 de dezembro é um destes exemplos. Tratava-se de uma festividade pagã, antiqüíssima, para comemorar a volta do sol após o solstício de inverno no hemisfério norte. Nada tem a ver com o nascimento de JESUS CRISTO.

Cremos que JESUS nasceu em plena Festa de Tabernáculos, no primeiro dia desta celebração. As razões Divinas para isto tornam-se muito claras, quando examinamos o quadro geral das Festas do SENHOR. O Plano Redentor de DEUS, para facilitar um entendimento mais amplo e promover maior aceitação de JESUS como MESSIAS, revelou-se nas datas que o SENHOR santificou e ordenou a Seu povo celebrar, guardando notáveis paralelos com os significados de cada um desses eventos: JESUS morreu na cruz, como nosso Cordeiro Pascal, no exato dia da Páscoa; JESUS ascendeu ao Pai no dia das Primícias dos Frutos; o ESPÍRITO SANTO nos é enviado , para nosso revestimento, em Pentecostes. E o nascimento de JESUS, um evento fundamental, ¿se daria fora de uma destas Festas bíblicas? Certamente que não. ¿E quál seria a Festa mais apropriada para JESUS nascer, para DEUS habitar entre nós, senão a Festa de Tabernáculos?

Há várias evidências de que a Festa de Tabernáculos marca o nascimento de JESUS:

Desde que o ministério terrestre de JESUS durou três anos e meio (e Ele morreu na Páscoa, que é em março/abril), o início de Sua obra, aos 30 anos, aponta Seu nascimento para setembro/outubro, época da Festa dos Tabernáculos, e não para 25 de dezembro.

 ¿Cômo os pastores poderiam estar cuidando de seus animais no campo (referência que consta nos Evangelhos sobre o nascimento de JESUS) no fim de dezembro, em pleno inverno setentrional? Estes ficavam confinados, segundo o costume local, de novembro a fevereiro.

Mais uma pista: sabemos por Lucas que Maria e José deslocaram-se para Belém para atender ao censo de Herodes, que, embora ordenado pelos romanos, mantinha o costume local de fazê-lo na cidade do patriarca de cada família. José era de Belém (E se não fosse por essa razão prática, outra apareceria, porque era necessário que o MESSIAS nascesse em Belém, para cumprimento das profecias). ¿Por quê este evento, ao qual se seguia a cobrança de impostos, se daria no meio do inverno e não após a colheita? A safra que antecede o inverno, a última do ano, é colhida no outono local, seguida imediatamente pela Festa de Tabernáculos.

Sucot (Festa dos Tabernáculos) era uma das três ocasiões em que se dava a peregrinação em massa para Jerusalém (as outras duas eram Páscoa e Pentecostes). Nesta ocasião, não só Jerusalém, mas todas as áreas circunvizinhas recebiam forte afluxo de peregrinos. E Belém dista apenas oito quilômetros ao sul de Jerusalém. Isto pode explicar por quê Lucas nos relata, em seu Evangelho (Lucas 2:7), que os pais terrenos de JESUS não encontraram acomodações em Belém, utilizando-se então de uma manjedoura para abrigo, na situação do Nascimento iminente.

Realmente houve um dia santo marcando o nascimento de JESUS: DEUS habitando no meio de Seu povo (Emanuel), com Seu nascimento perfeitamente tipificado pela celebração de Tabernáculos.

Naquela festa eram costumeiras as orações rogando a DEUS pelas chuvas de inverno, essenciais para restaurar a terra para a próxima safra. E no cerimonial histórico dos judeus por ocasião do segundo Templo, o ponto alto, no último dia da Festa de Tabernáculos, o sacerdote simbolicamente derramava água no altar do Templo, obtendo fervorosa reação da plateia. Falta acrescentar que as águas buscadas não eram apenas as da chuva, desde que um texto bem utilizado era o de Isaías 12:3, que diz: «Vós, com alegria, tirareis água das fontes da salvação». Então, mais que a chuva, esta cerimônia ilustrava profeticamente os dias de redenção messiânica, quando a água do ESPÍRITO SANTO seria derramada pelo esperado MESSIAS sobre todo Israel.
  JESÚS nació en la época de Sucot (Fiesta de los Tabernáculos), y no en 25 de diciembre. Su nacimiento puede ser calculado así:

Zacarías ejercía su sacerdocio en aprox. julio (Lucas 1:5-8) por ser del turno de Abías, el octavo del año eclesiástico que comenzaba en marzo aprox. (1 Crónicas 24:10). Fue el mes de la concepción de Juan el Bautista (Lucas 1:23-24), que nació en aprox. abril del año siguiente. JESÚS nació seis meses más tarde (Lucas 1:26), por lo tanto, en pleno Sucot (Fiesta de los Tabernáculos).

Así, Sucot es la celebración de cuando el SEÑOR DIOS dijo que habitaría en una tienda en medio del pueblo (lo que ya era un preanuncio de la venida del MESÍAS, que nacería durante las Fiesta de los Tabernáculos, y así se hizo habitación en medio de los hombres).

A continuación, la traducción de Lucas 2:7 conforme el texto Aramaico Siríaco (Peshitta).

«Y ella dio a la luz su hijo primogénito, y lo envolvió en panos, y lo acostó en una באוריא (sucá/cabaña/tienda/pesebre), porque no había cuarto para ellos en la hospedaría».

¿Por qué JESÚS nació durante la Fiesta de los Tabernáculos? ¡Porque era un acontecimiento profético! (Ver Zacarías 14:9 y 14:16-19).

En Juan 1:14, el apóstol nos describió la primera venida de JESÚS («El Verbo se hizo carne y habitó entre nosotros...»), vemos, por la palabra usada («habitó»), que la imagen que él percibió fue la de tabernáculos, con DEUS habitando en medio de Su pueblo.

Hay, inclusive, controversias sobre la fecha correcta del nacimiento de JESUS en Belén. Muchos cristianos, por la falta de una clara información bíblica a este respeto, se rechazan a definir una fecha. La Iglesia Occidental, desde el cuarto siglo de la era cristiana, adopta 25 de diciembre como la fecha de este Divino evento. La mayoría de los historiadores, sin embargo, cree que esto se trató de una concesión hecha a los pagãos del Imperio Romano. Frecuentemente la iglesia primitiva adoptó como cristianas diversas festividades pagãs, como una estrategia para obtener nuevas conversões. 25 de diciembre es uno de estos ejemplos. Se trataba de una festividad pagana, antiquísima, para conmemorar la vuelta del sol después del solstício de invierno en el hemisferio norte. Nada que ver tiene con el nacimiento de JESUCRISTO.

Creemos que JESÚS nació en plena Fiesta de Tabernáculos, el primer día de esta celebración. Las razones Divinas para esto se hacen muy claras, cuando examinamos el cuadro general de las Fiestas del SEÑOR. El Plan Redentor de DIOS, para facilitar una comprensión más amplia y promover mayor aceptación de JESÚS como MESÍAS, se reveló en las fechas que el SEÑOR santificó y ordenó a Su pueblo celebrar, guardando notables paralelos con los significados de cada uno de esos eventos: JESÚS murió en la cruz, como nuestro Cordero Pascual, en el exacto día de la Pascua; JESÚS ascendió al Padre en el día de las Primicias de los Frutos; el ESPÍRITU SANTO nos es enviado, para nuestro revestimento, en Pentecostés. Y el nacimiento de JESÚS, un evento fundamental, ¿se daría fuera de una de estas Fiestas bíblicas? Ciertamente que no. ¿Y cuál sería la Fiesta más apropiada para que JESÚS nazca (siendo DIOS habitando entre nosotros) sino la Fiesta de los Tabernáculos?

Hay varias evidencias indicando que la Fiesta de los Tabernáculos marca el nacimiento de JESUS:

Desde que el ministerio terrenal de JESUS duró tres años y medio (y Él murió en la Pascua, que es en marzo/abril), el inicio de Su obra, a los 30 años, apunta Su nacimiento para septiembre/octubre, época de la Fiesta de los Tabernáculos, y no para 25 de diciembre.

¿Cómo los pastores podrían estar cuidando de sus animales en el campo (referencia que consta en los Evangelios sobre el nacimiento de JESÚS) a fines de diciembre, en pleno invierno septentrional? Estos quedaban confinados, según la costumbre local, de noviembre a febrero.

Más una pista: sabemos por Lucas que María y José se desplazaron hacia Belén para atender al censo de Herodes, que, aunque ordenado por los romanos, mantenía la costumbre local de hacerlo en la ciudad del patriarca de cada familia. José era de Belén (Y si no fuera por esa razón práctica, otra aparecería, porque era necesario que el MESÍAS naciera en Belén, para cumplimiento de las profecías). ¿Por qué este evento, al cual se seguía el cobro de impuestos, se daría en medio del invierno y no después de la cosecha? La siega que antecede el invierno, la última del año, ocurre en el otoño local, seguida inmediatamente por la Fiesta de los Tabernáculos.

Sucot (Fiesta de los Tabernáculos) era una de las tres ocasiones en que se daba la peregrinación masiva para Jerusalén (las otras dos eran Pascua y Pentecostés). En esta ocasión, no sólo Jerusalén, sino todas las áreas circunvecinas recibían fuerte flujo de peregrinos. Y Belén está a sólo ocho kilómetros al sur de Jerusalén. Esto puede explicar por qué Lucas nos relata, en su Evangelio (Lucas 2:7), que los padres terrenales de JESÚS no encontraron hospedaje en Belén, utilizándose entonces de un pesebre para abrigo, en la situación del Nacimiento inminente.

Realmente hubo un día santo marcando el nacimiento de JESÚS: DIOS habitando en medio de Su pueblo (Emanuel), con Su nacimiento perfectamente tipificado por la celebración de Tabernáculos.

En aquella fiesta eran parte de la costumbre las oraciones rogando a DIOS por las lluvias de invierno, esenciales para restaurar la tierra para la próxima cosecha. Y en el cerimonial histórico de los judíos por ocasión del segundo Templo, el punto alto, el último día de la Fiesta de los Tabernáculos, el sacerdote simbólicamente derramaba agua en el altar del Templo, obteniendo fervorosa reacción de la gente. Falta añadir que las aguas buscadas no eran sólo las de la lluvia, ya que un texto bien utilizado era el de Isaías 12:3, que dice: «Vosotros, con alegría, sacaréis agua de las fuentes de la salvación». Entonces, más que la lluvia, esta ceremonia ilustraba proféticamente los días de redención mesiánica, cuando el agua del ESPÍRITU SANTO sería derramada por el esperado MESÍAS sobre todo Israel.