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Yom Yerushalayim

Brasão de armas de Jerusalém


Dia de Jerusalém


Em 28 de Zive/Iyar do calendário hebraico bíblico, comemora-se o Dia de Jerusalém (em hebraico: Yom Yerushalayim).

A seguir, as datas gregorianas equivalentes ao dia 28 de Zif/Zive/Iyar, entre os anos 2000 e 2030 d.C.:

2000:   02 de junho
2001:   21 de maio
2002:   10 de maio
2003:   30 de maio
2004:   19 de maio
2005:   06 de junho
2006:   26 de maio
2007:   16 de maio
2008:   02 de junho
2009:   22 de maio
2010:   12 de maio
2011:   01 de junho
2012:   20 de maio
2013:   08 de maio
2014:   28 de maio
2015:   17 de maio
2016:   05 de junho
2017:   24 de maio
2018:   13 de maio
2019:   02 de junho
2020:   22 de maio
2021:   10 de maio
2022:   29 de maio
2023:   19 de maio
2024:   05 de junho
2025:   26 de maio
2026:   15 de maio
2027:   04 de junho
2028:   24 de maio
2029:   13 de maio
2030:   31 de maio

A origem desta celebração está em 1967, quando ocorreu em Israel a Guerra dos Seis Dias. Nesse conflito, o estado israelense conquistou vários territórios que legal e biblicamente lhe pertencem. E foi além, pois chegou a conquistar a Península do Egito (erroneamente chamada de Península do Sinai, pois o verdadeiro Monte Sinai está no noroeste da Arábia Saudita, e não nesta península egípcia).

A Guerra dos Seis Dias foi de 5 a 10 de junho de 1967 (ou seja, de 26 de Zive/Iyar, a 2 de Sivã de 5727 d.Y.¹ ou 5967 A.M.²). No dia 7 de junho (28 de Zive/Iyar de 5727 d.Y.¹ ou 5967 A.M.²) foi conquistada a parte oriental de Jerusalém, que desde 1948 estava sob domínio jordano. Desde aquela conquista até hoje, toda a cidade de Jerusalém pertence ao Estado de Israel.

De todas as conquistas realizadas por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1982 foi devolvida a Península do “Sinai” para o Egito, e em 2005 retirou-se a população israelense da Faixa de Gaza (a verdadeira Palestina/Filístia/Filisteia histórica). As Colinas de Golã (a região bíblica de Basã) e a Cisjordânia (o atual distrito israelense de Judeia e Samaria) ainda continuam e continuarão sob o controle de Israel.

Em 12 de março de 1968, um ano depois das reconquistas efetuadas na Guerra dos Seis Dias, foi declarado o dia 28 de Zive/Iyar como feriado na cidade de Jerusalém. E em 23 de março de 1998, foi declarado o Dia de Jerusalém como feriado nacional.

Portanto, desejamos a todos os hierosolimitanos muitos parabéns pela reunificação da Cidade de Davi: Jerusalém, a eterna e indivisível capital de Israel.

Bandeira de Jerusalém


¹ d.Y. = Depois de invocar o Nome de YHWH (Gênesis 4:25-26).
² A.M. = Anno Mundi ou Ano Mundial (a partir da Criação).

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Sete motivos para jejuar
O jejum é a prática de não se alimentar durante determinado tempo (1 Reis 21:9). É voluntário, exige pureza de vida (Isaías 58:3-7), e exclui a exibição (Mateus 6:16-18). Em duas passagens bíblicas relata-se que a liderança da Igreja, seguindo o costume hebraico, orou com jejum (Atos 13:2-3; 14:23).

A prática do jejum não é obrigatória (exceto em Yom Kippur), mas é uma recomendação bíblica, porque as Escrituras trazem consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

Por isso, eis 7 motivos para jejuar:

1.- Crescer em intimidade com JESUS.
2.- Adquirir sabedoria e direção.
3.- Receber proteção.
4.- Experimentar o poder de DEUS.
5.- Esperar o cumprimento das promessas de DEUS em nossas cidades e nações.
6.- Deter uma crise individual, familiar ou nacional.
7.- Receber revelação profética do final dos tempos.

Kenneth Hagin afirmou o seguinte: «O jejum não muda a DEUS. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai l…