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Epiphany


Epifania


O dia 6 de janeiro é comemorado pelo mundo cristão como o Dia da Epifania (manifestação) de Nosso Senhor JESUS CRISTO. Esta é meramente uma data simbólica, e portanto, não significa que literalmente um 6 de janeiro JESUS tenha recebido a visita dos magos do oriente.

Epifania é uma palavra de procedência grega que significa «se mostrar» ou «aparecer», e o vocábulo faz referência à primeira manifestação da Divindade de JESUS aos não judeus, além da adoração dos magos do oriente que nos relata Mateus 2:1-12.

Celebra-se como epifania três momentos concretos de Sua vida (isto é, situações nas quais JESUS se deu a conhecer):
- Aquela que acabamos de comentar (adoração dos magos de oriente).
- Sua epifania a João Batista e a seus discípulos no rio Jordão (João 1:29).
- O começo de Sua vida pública com o milagre nas bodas de Caná (João 2:1-11).

A Epifania, junto com o Natal, são festas que celebram a manifestação de DEUS ao mundo. Realmente as duas festas surgiram como duas idênticas. No Ocidente celebrava-se o Natal, e no Oriente a Epifania, mas ambas tinham um mesmo conteúdo: a celebração do nascimento de JESUS.

A Epifania, provavelmente, começou a celebrar-se no Egito. Dali passou a outras igrejas do Oriente, e posteriormente foi trazida ao Ocidente: primeiro à Gália, mais tarde a Roma e ao norte de África.

O aparecimento desta festa, ao princípio do século IV d.C., coincidiu aproximadamente com a instituição do Natal em Roma. Durante este século houve um processo em que as igrejas ocidentais adotavam a festa da Epifania, e as orientais, com algumas exceções, não demoraram muito em introduzir a festa do Natal.

Com a introdução da Epifania em Roma e em outras igrejas do Ocidente, o significado da festa experimentou uma mudança: o episódio dos magos que nos narra Mateus se converteu no tema principal da festa. Atribuiu-se um simbolismo profundo ao relato do Evangelho. Representava a vocação dos gentios à Igreja de CRISTO.

Agostinho de Hipona; Leão I Magno; e Gregório Magno, estudaram com grande interesse a teologia que subjaz no relato do Evangelho de Mateus, chegando à mesma conclusão: os sábios do Oriente representam às nações do mundo.

Com esta interpretação de epifania, a festa toma um carácter mais universal. DEUS deixa de manifestar-se só a uma raça, a um povo privilegiado, e se dá a conhecer a todo mundo. A boa nova da salvação é comunicada a todos os homens.

O povo de DEUS compõe-se agora de homens e mulheres de toda tribo, nação e língua que confessam com sua boca que CRISTO é o SENHOR (Romanos 10:9-10). A raça humana forma uma só família, pois o amor de DEUS abraça a todos.

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Sete motivos para jejuar
O jejum é a prática de não se alimentar durante determinado tempo (1 Reis 21:9). É voluntário, exige pureza de vida (Isaías 58:3-7), e exclui a exibição (Mateus 6:16-18). Em duas passagens bíblicas relata-se que a liderança da Igreja, seguindo o costume hebraico, orou com jejum (Atos 13:2-3; 14:23).

A prática do jejum não é obrigatória (exceto em Yom Kippur), mas é uma recomendação bíblica, porque as Escrituras trazem consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

Por isso, eis 7 motivos para jejuar:

1.- Crescer em intimidade com JESUS.
2.- Adquirir sabedoria e direção.
3.- Receber proteção.
4.- Experimentar o poder de DEUS.
5.- Esperar o cumprimento das promessas de DEUS em nossas cidades e nações.
6.- Deter uma crise individual, familiar ou nacional.
7.- Receber revelação profética do final dos tempos.

Kenneth Hagin afirmou o seguinte: «O jejum não muda a DEUS. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai l…